Houve um tempo em que eu abria o meu coração e expressava, aqui, o que transbordava, anteriormente, em meus diários.
Era um tempo complicado. Muito complicado.
Eu me desdobrava em mil para manter família, casamento e trabalho em perfeita ordem. Exausta, sempre exausta, vivi cobranças intermináveis. Parecia que nada do que eu fazia era suficiente. Fui e, de certa forma, ainda sou, escrava de tudo isso.
Não sei bem o que me motivava (ou ainda me motiva)... talvez mostrar que por mais que fosse difícil, eu conseguiria superar tudo. Mostrar que eu era capaz (que eu sou capaz).
Todo este tempo, tive várias metas:
- ser uma mãe, filha, esposa, irmã, tia, chefe, amiga melhor.
- ajudar as pessoas.
- amar e ser verdadeiramente amada.
Neste tempo todo, muita insegurança percorreu o meu caminho.
Eu a disfarcei em sorrisos mas no íntimo eram urros ensurdecedores.
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